segunda-feira, 17 de julho de 2017

LÚCIFER à história


Em Romano, a palavra "Lúcifer" era utilizada para designar o planeta Vênus quando este se posicionava de manhã, a oeste do Sol, antecedendo o seu nascimento. Significava, portanto "portador da luz" (do latim lux = luz e ferre = carregar) e também era conhecida como "a Estrela da Manhã". 


Na mitologia grega contam a lenda de Prometeu, uma provável versão grega de Lúcifer, um Titã, filho de Jápeto e Clímene, que ficou incumbido da criação dos homens, mas cometeu um pecado que enfureceu Zeus, a divindade suprema do Olimpo. Roubou uma fagulha do fogo divino para dar vida aos homens. 



Zeus para castigá-lo enviou uma linda mensageira, Pandora, com uma caixa que,ao ser aberta, espalharia todos os males sobre a terra.
 Mas Prometeu resistiu aos seus encantos e por isso Zeus o acorrentou a um penhasco e cortou parte de seu tórax expondo seu fígado, o qual era todo o dia devorado por uma águia, mas se reconstituía. No que se refere ao fígado, diríamos isto se dá porque ao analisarmos a quantidade absolutamente  energia das células do fígado verificamos que possuem quantidade semelhante a das células vegetais. 
Assim o fígado se regenera por ser da mesma família orgânica, em termos de energia absoluta, que os vegetais. O órgão pode ser considerado, portanto, um ex-vegetal. Os vegetais possuem mais de setecentos milhões de anos e os homens apenas quatro milhões de anos sobre a terra. Nós seres humanos, portanto, somos ex-vegetais, o que concorda e prova plenamente com a Teoria da Evolução de Charles Darwin. 

A associação do fígado ao fogo da lenda se dá porque tal órgão, entre suas 
inúmeras funções, é responsável pela integração entre os vários mecanismos energéticos do organismo. E energia é igual a calor ou fogo,que automaticamente efetua desintoxicação de toxinas químicas produzidas pelo organismo. Secreção da bile. Entretanto, Lúcifer parece ter entrado na história da religião quando na Bíblia (Isaías 14:12) aparece a expressão em hebreu "Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã”... Na versão grega doAntigoTestamento, o termo foi traduzido como "Phosphorus" (a palavra grega para "Vênus"ou "a estrela da manhã") e daí finalmente para "Lúcifer" na versão latina. Estudiosos explicam que a parábola do profeta Isaías se referia à arrogância de um rei babilônio que, ousando comparar-se à "Estrela da Manhã", fora derrubado do Céu por Deus. 

No século IV, o bispo Lúcifer de Cagliari, da Sardenha, um veemente oponente do Arianismo que pregava a Doutrina de Ário, famoso herético da Alexandria, que pregava ser Cristo uma criatura de natureza intermediária entre a divindade e a humanidade, criou uma seita na qual seus seguidores passaram a ser denominados de "Luciferianos". 
Origerres Adamantius (185-254), um importante cristão da Igreja Grega, e Augustine de Canterbury (no século VI), fundador da Igreja Cristã no sul da Inglaterra, interpretaram o uso do termo latino "Lúcifer" como uma 
referência ao próprio demônio ou Satanás. 
A partir de então, o termo generalizou-se de forma negativa. Empenhando todos os esforços para combatê-la, como pode ser observado no famoso diálogo "A Disputa entre os Luciferianos e os Ortodoxos", São Jerônimo foi também um dos responsáveis pela associação de Lúcifer a Satanás.


Todavia, a seita Luciferiana teve sua expansão na Europa entre o século XIII e meados do século XIV. Em 1223, o inquisidor Conrad de Marburg, notando o crescimento incomum de heréticos na Germânia e na Áustria, em especial, da seita destes "Luciferianos", deu início a uma série de perseguições. 

Os heréticos ou hereges eram pessoas que professavam doutrina contrária ao que foi definido pela Igreja como sendo matéria de fé. Em Bizâncio e em várias partes da Europa, surgiram lendas de que essa facção altamente secreta era dedicada a Lúcifer , o anjo infernal, que teria sido expulso do Paraíso por Deus. Esses adoradores do demônioacreditavam que seu mestre era o verdadeiro criador do mundo e que fora deslealmente aprisionado no abismo por seu inimigo, um deus injusto e vingativo, a quem Lúcifer cabia vencer. As profecias dos Luciferianos pregavam que um dia ele reconquistaria o Paraíso, derrotaria Jeová e daria a vida eterna a todos os seus seguidores. 



Como no caso dos cavaleiros templários e das bruxas, suas confissões foram conseguidas pela Inquisição através da tortura. A Igreja os forçava a confessarem que durante o ritual de iniciação dos neófitos, em templos subterrâneos, Lúcifer se mostrava como um homem cuja parte superior do corpo irradiava luz, mas da cintura para baixo era escuro como a noite e que ao final do ritual era comemorado com um banquete e concluído com orgias, nas quais eram oferecidas virreconstituía. 
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